sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Viroses humanas

RESGATANDO MATÉRIAS ANTIGAS



No homem, inúmeras doenças são causadas por esses seres acelulares. Praticamente todos os tecidos e órgãos humanos são afetados por alguma infecção viral. Abaixo você encontra as viroses mais frequentes na nossa espécie. Valorize principalmente os mecanismos de transmissão e de prevenção. Note que a febre amarela e dengue são duas viroses que envolvem a transmissão por insetos (mosquito da espécie Aedes aegypti). Para a primeira, existe vacina. Duas viroses relatadas abaixo, AIDS e condiloma acuminado, são doenças sexualmente trasmissíveis (DSTs). A tabela também relaciona viroses comuns na infância, rubélola, caxumba, sarampo, poliomelite - para as quais exiestem vacinas.
Algumas das principais viroses que acometem os seres humanos:

Prevenção e tratamento de doenças virais
Devido ao uso da maquinaria das células do hospedeiro, os vírus tornam-se difíceis de matar. As mais eficientes soluções médicas para as doenças virais são, até agora, as vacinas para prevenir as infecções, e drogas que tratam os sintomas das infecções virais. Os pacientes frequentemente pedem antibióticos, que são inúteis contra os vírus, e seu abuso contra infecções virais é uma das causas de resistência antibiótica em bactérias. Diz-se, às vezes, que a ação prudente é começar com um tratamento de antibióticos enquanto espera-se pelos resultados dos exames para determinar se os sintomas dos pacientes são causados por uma infecção por vírus ou bactérias.
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Seresvivos/Ciencias/biovirus1.php 

Aulas sobre Reino Eukarya (Reino dos Animais) com o 2º Ano matutino

RESGATANDO MATÉRIAS ANTIGAS



            Na Escola Estadual Teônia Amaral estamos estudando o Reino Eukarya (Reino Animal). Um reino bastante diversificado com as seguintes características: são organismos eucraiontes, pluricelulares, com diferenciação, na maioria deles, em tecidos, órgãos e sistemas. São todos heterótrofos, pois dependem direta ou indiretamente, para sua nutrição, de plantas terrestres ou de algas. A maioria movimenta-se por meio de células contráteis (células musculares), que constituem o tecido muscular. Quando adultos quase sempre têm tamanho e forma fixos, ao contrário das plantas, nas quais o crescimento frequentemente continua pela vida inteira do organismo.
            Na aula expositiva, o professor mostrou um álbum seriado descrevendo os animais inferiores que são todos os invertebrados: poríferos, cnidários, platelmintos, nematódeos, anelídeos, artrópodes, moluscos e equinodermos. 
            Em laboratório, além de mostrar alguns animais desse grupo, os educandos também observaram animais do grupo superior, o dos cordados: mamíferos, répteis, anfíbios e peixes. Há uma boa representação. Os estudantes fizeram perguntas e tiraram dúvidas. Ficaram curiosos com os fetos humanos que também estão expostos em conserva. 
             Foi uma aula proveitosa, na qual os educandos tiveram a oportunidade de assimilar e conhecer melhor sobre o Reino dos Animais. Em seguida, em sala de aula, o professor encaminhou atividades para aprofundar o conhecimento sobre o tema. As aulas sobre esse reino estão apenas começando e vamos estudar aspectos mais específicos.









Experiência de Química com o 1º Ano noturno

RESGATANDO MATÉRIAS ANTIGAS



                No início do segundo semestre na Escola Estadual Teônia Amaral, Florânia/RN, realizamos uma experiência com estudantes do 1º Ano noturno demonstrando densidade e como se comprtam as correntes de convecção nos mares. Consiste no preparo prévio do gelo, colocando a mesma quantidade de água em dois copos descartáveis adicionando corante alimentício o suficiente para deixar um colorido bem intenso na água. Os copos foram levados ao congelador para solidificar. Depois, foi feita a segunda parte da experiência, colocando-se a mesma quantidade de água em duas tigelas de vidro. Em apenas uma delas foi adicionado sal de cozinha até ficar uma solução saturada imitando as águas do oceano. Os blocos de gelo foram colocados, um em cada tigela. 
               O resultado é que na água salgada o gelo derrete bem mais lentamente e o corante é para se perceber a diferença entre a água salgada e a pura. Conclui-se também que, em uma solução, quanto mais se adiciona água, menor a densidade pois a salinidade diminui e vice-versa. Chega-se também à conclusão que a incidência ou não de chuvas nos oceanos e nas correntes marítimas pode alterar o grau de salinidade.
              Os estudantes participaram com interesse e ficaram felizes com uma aula diferente em bem proveitosa.





Conchas de caramujos no sertão floraniense.


 
 Pomacea canaliculata - Fotos tiradas no sertão de Florânia
           Em um açude (reservatório de água) localizado nas proximidades da cidade de Florânia/RN o professor de Biologia, Canindé Silva, deparou-se com um amontoado de conchas de caramujos de água doce (aruás) Pomacea canaliculata, comuns nesses ambientes aquáticos nos períodos de chuvas. Estavam localizados no alto da parede. Podem ter subido na cheia e ali certamente serviram de alimento para predadores como o gavião caramujeiro (Rostrhamus sociabilis). O ambiente é favorável como habitat e para reprodução: densa vegetação aquática.

 
Caramujo vivo e gavião caramujeiro (imagens ilustrativas não obtidas no local)

Descrição e biologia
Pomacea canaliculata é um caramujo operculado de cor escura e com quatro longos filamentos que saem da cabeça. O opérculo, uma rígida estrutura conectada ao pé, serve para fechar a entrada da concha quando o caramujo nela se recolhe. Outra característica peculiar desta espécie é a presença do sifão, um tubo flexível que o caramujo projeta para a superfície d'água para obter suprimento de ar. A concha é globosa, dura, de coloração marrom-esverdeada, com faixas escuras em espiral. No ambiente natural esta coloração da concha nem sempre é perceptível devido ao acúmulo de barro e limo.

          A partir de 2,5cm de comprimento o caramujo-grande torna-se apto a reprodução, sendo então considerado adulto. Contudo, o crescimento não cessa e com três anos de idade os indivíduos podem atingir de 7 a 8cm ou mais de comprimento. O crescimento porém, ocorre em etapas alternadas com os períodos de reprodução. Ao contrário de outras espécies, o caramujo-grande não é hermafrodita, embora não haja distinção morfológica externa entre os sexos. A fecundidade é alta, com média de 4.500 ovos/fêmea e máximo de mais de 10.000 ovos/fêmea.É um molusco gastrópode da família dos ampularídeos, encontrado em rios e lagoas da América do Sul. Também é conhecido pelos nomes de ampulária, arauá, aruá-do-banhado, aruá-do-brejo, caramujo-do-banhado, fuá e uruá. Deixa seus ovos brancos, rosas ou alaranjados no caule de plantas aquáticas, em barrancos na margem dos rios ou na mata, no limite das inundações1 . É predado pelo gavião-caramujeiro.



Densa vegetação superficial aquática na qual os caramujos se reproduzem


Ebola: uma das doenças mais mortais

RESGATANDO MATÉRIAS DE 2014





A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou centenas de pessoas com a doença e ajudou a conter inúmeras epidemias ameaçadoras.

“Eu estava coletando amostras de sangue de pacientes. Nós não tínhamos equipamentos de proteção suficientes e eu desenvolvi os mesmo sintomas”, diz Kiiza Isaac, um enfermeiro ugandense. “No dia 19 de novembro de 2007, recebi a confirmação do laboratório. Eu havia contraído Ebola”.

Fatos
A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença.
Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa.

“MSF foi para Bundibugyo e administrou um centro de tratamento. Muitos pacientes receberam cuidados. Graças a Deus, eu sobrevivi. Depois da minha recuperação, me juntei a MSF”, conta Kiiza.
Estima-se que, até janeiro de 2013, mais de 1.800 casos de Ebola tenham sido diagnosticados e quase 1.300 mortes registradas.

Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram.

Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.

MSF tratou centenas de pessoas afetadas pelo Ebola em Uganda, no Congo, na República Democrática do Congo, no Sudão, no Gabão e na Guiné. Em 2007, MSF conteve completamente uma epidemia de Ebola em Uganda.

O que causa o Ebola?
O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais.

Agentes de saúde frequentemente são infectados enquanto tratam pacientes com Ebola. Isso pode ocorrer devido ao contato sem o uso de luvas, máscaras ou óculos de proteção apropriados.

Em algumas áreas da África, a infecção foi documentada por meio do contato com chimpanzés, gorilas, morcegos frutívoros, macacos, antílopes selvagens e porcos-espinhos contaminados encontrados mortos ou doentes na floresta tropical.

Enterros onde as pessoas têm contato direto com o falecido também podem transmitir o vírus, enquanto a transmissão por meio de sêmen infectado pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica.
Ainda não há tratamento ou vacina para o Ebola.

Sintomas
No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico.
A doença é frequentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.

Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir.

Diagnóstico
Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns.

Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes.

Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção.

“Agentes de saúde estão, particularmente, suscetíveis a contraírem o vírus, então, durante o tratamento dos pacientes, uma das nossas principais prioridades é treinar a equipe de saúde para reduzir o risco de contaminação pela doença enquanto estão cuidando de pessoas infectadas”, afirma Henry Gray, coordenador de emergência de MSF durante um surto de Ebola em Uganda em 2012.

“Nós temos que adotar procedimentos de segurança extremamente rigorosos para garantir que nenhum agente de saúde seja exposto ao vírus, seja por meio de material contaminado por pacientes ou lixo médico infectado com Ebola”.

Tratamento
Ainda não há tratamento ou vacina específicos para o Ebola.

O tratamento padrão para a doença limita-se à terapia de apoio, que consiste em hidratar o paciente, manter seus níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratar quaisquer infecções. Apesar das dificuldades para diagnosticar o Ebola nos estágios iniciais da doença, aqueles que apresentam os sintomas devem ser isolados e os profissionais de saúde pública notificados. A terapia de apoio pode continuar, desde que sejam utilizadas as vestimentas de proteção apropriadas até que amostras do paciente sejam testadas para confirmar a infecção.
MSF conteve um surto de Ebola em Uganda em 2012, instalando uma área de controle entorno do centro de tratamento.
O fim de um surto de Ebola apenas é declarado oficialmente após o término de 42 dias sem nenhum novo caso confirmado.

Fonte: http://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/ebola 

Experiências com 1º Ano Matutino no 2º Bimestre.

RESGATANDO MATÉRIAS. SETEMBRO DE 2014




                

            No 2º Bimestre do ano letivo de 2014 na Escola Estadual Teônia Amaral, Florânia/RN, foram realizadas experiências com a turma do 1º Ano Matutino, onde se observou reações químicas entre água sanitária (hipoclorito de sódio) e refrigerante, como também de cal virgem com água e com vinagre. Os experimentos mostram as reações químicas entre as substâncias onde se pode perceber que há transformações em suas estruturas, cor, temperatura, etc. Foi um experimento valioso que enriqueceu o aprendizado de nossos educandos.
 

Observação microscópica com o 2º Ano Matutino

RESGATANDO MATÉRIAS ANTIGAS SETEMBRO DE 2014

SEGUNDA-FEIRA, 1 DE SETEMBRO DE 2014




             Neste ano de 2014, foram realizadas aulas práticas de Biologia. Dentre elas, sobre o Reino Protista com o 2º Ano Matutino. Protozoários de vida livre se desenvolvem na água desde que encontrem condições favoráveis de oxigenação, temperatura e alimento. Diversos tipos de protozoários podem ser conseguidos facilmente em culturas de água doce. Elas são preparadas com materiais que contêm cistos, ou seja, as formas de defesa e reprodução desses organismos. O professor preparou duas culturas de protozoários colocando em um béquer folhas de alface picadas e em outro, pedacinhos de grama. Depois colocou-os em água destilada e deixou em repouso por uma semana. Em seguida, colocou uma gota de cada cultura em uma lâmina e cobriu com uma lamínula. Ao observar a cultura preparada a partir da grama ao microscópio, foi descoberto um protozoário do grupo dos rotíferos, gênero Brachionus sp. É um trabalho muito importante para nossos educandos do 2° ano que estudam os grupos taxionômicos dos seres vivos que vai das bactérias, passando pelos protozoários até os seres de grande porte como plantas e animais. Conhecer os mecanismos da vida é um meio de valorizá-la muito mais em busca de conhecimentos cada vez mais profundos.